Bah ia e vinha…

Sem inspiração, inspiro

Com os dedos ainda salgados, digito

Vontade de agradecer, e só me vem silêncio…

(…)

Choro pelo que não foi, e choro pelo que foi feito…

De-feitos sólidos e insólitos

Fez-se um caminhar, entre cá e  la(mentos)

(…) 

Mas se o Tempo é maior que o tempo,

Caberá neste, como na bagagem,

A etiqueta “frágil”, mesmo sendo lento?

(Ora, dirão vocês, para quê a pergunta, se é tudo pra viagem?!)

(…)

Agradeço, então, e é mesmo em silêncio

Exalando agora, com exatidão

A alegria dura de poder lembrar:

Do que essa terra me deu,

E do que continua a me dar…

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