Andarilhos do céu

Posso te conhecer no tempo e aos poucos…

Porque logramos perfazer

Afastamentos

Posso vislumbrar facetas invisíveis tuas

Porque na proximidade

Também se cega…

Posso projetar, inventar, e até me enganar!

Já que padeço de (te) desejo

E de desajeitar…

 

Mas nos rastros dos próximos passos…

Assim do horizonte seguindo pra trás,

Bem podíamos positivar nosso mistério

Re-afirmando um periódico ritual

Para além do alimento dos corpos,

E de alargar o contorno das almas, divididas

Regar de afeto nossos espíritos

– Ligados e livres –

Como um despretensioso “happy hour”

Numa estação espacial!

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